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	<title>técnico – Bergo Equipamentos | EPI &amp; EPC</title>
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	<description>Bergo Equipamentos &#124; EPI &#38; EPC é sua parceira de confiança em soluções completas para segurança no trabalho. Oferecemos uma ampla linha de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC), garantindo a proteção essencial para colaboradores e ambientes industriais. Com anos de experiência no mercado, trabalhamos com as melhores marcas e tecnologias para proporcionar qualidade, conforto e segurança em cada produto. Na Bergo, você encontra tudo o que precisa para proteger sua equipe e seu espaço de trabalho, com atendimento especializado e entrega ágil.  Bergo Equipamentos – Porque sua segurança é a nossa prioridade.</description>
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	<title>técnico – Bergo Equipamentos | EPI &amp; EPC</title>
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		<title>Por que 70% dos TrabalhadoresIgnoram o EPI? O Guia Definitivo para Gestores de SST</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:08:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, a segurança do trabalho enfrenta um paradoxo alarmante: embora o país possua uma daslegislações mais rigorosas do mundo, os números de sinistralidade continuam subindo. Em média,registra-se um acidente de trabalho a cada 49 segundos em solo brasileiro. Mais preocupante ainda é odado de que cerca de 70% dos colaboradores não utilizam o EPI [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a segurança do trabalho enfrenta um paradoxo alarmante: embora o país possua uma das<br>legislações mais rigorosas do mundo, os números de sinistralidade continuam subindo. Em média,<br>registra-se um acidente de trabalho a cada 49 segundos em solo brasileiro. Mais preocupante ainda é o<br>dado de que cerca de 70% dos colaboradores não utilizam o EPI (Equipamento de Proteção Individual) de<br>forma sistemática ou correta em suas jornadas.<br>Para o gestor de Saúde e Segurança do Trabalho, esse cenário representa um desafio constante. Afinal, o<br>problema nem sempre é a falta do equipamento, mas o seu uso inadequado ou a negligência deliberada.<br>Por que, mesmo diante do risco de morte ou lesões incapacitantes, a resistência ao uso do EPI ainda é tão<br>alta?<br>Neste artigo, vamos mergulhar nas causas raízes dessa negligência, analisar o impacto dos acidentes de<br>trabalho e oferecer estratégias práticas, baseadas em cultura de segurança e tecnologia, para elevar os<br>índices de conformidade na sua empresa.<br>O Cenário da Insegurança Laboral no Brasil<br>A realidade das estatísticas é um &#8220;balde de água fria&#8221; para qualquer planejamento de prevenção de riscos.<br>Entre 2012 e 2022, o Brasil notificou mais de 6 milhões de Comunicações de Acidentes de Trabalho<br>(CAT), resultando em mais de 54 mil óbitos. Em 2025, o país atingiu um recorde histórico com 806.011<br>acidentes registrados, um número que evidencia a urgência de novas abordagens na gestão de SST.<br>As lesões mais frequentes ocorrem em extremidades: dedos (24%), pés (8%), mãos (7%) e joelhos (5%)<br>são as partes do corpo mais atingidas. Muitas dessas lesões poderiam ser evitadas ou mitigadas com o uso<br>rigoroso de luvas, calçados de segurança e joelheiras — itens básicos do rol de EPI.<br>A Falsa Sensação de Segurança<br>Um dos grandes obstáculos é a &#8220;falsa sensação de segurança&#8221;. Muitas vezes, o trabalhador acredita que<br>está protegido apenas por portar o equipamento, ignorando que um capacete rachado, uma jugular solta ou<br>uma bota com solado desgastado anulam a barreira de proteção.<br>Os 5 Principais Motivos da Negligência com o EPI<br>Para mudar esse comportamento, o gestor precisa entender o &#8220;porquê&#8221; da resistência. As fontes apontam<br>cinco pilares principais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Desconforto e Falta de Ergonomia<br>Este é, sem dúvida, o motivo mais citado. Equipamentos que causam calor excessivo, reduzem a<br>mobilidade ou provocam dores (como óculos que apertam ou protetores auriculares desconfortáveis)</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">geram uma resistência natural. Quando o EPI atrapalha a execução da tarefa, o trabalhador tende a retirá-<br>lo para &#8220;agilizar&#8221; o serviço.</p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li>Percepção de Perda de Produtividade<br>Em ambientes de alta pressão por metas, o colaborador pode enxergar o equipamento como um estorvo.<br>Luvas que retiram a sensibilidade tátil ou máscaras que dificultam a respiração em ritmos intensos são</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">frequentemente abandonadas em prol de uma suposta eficiência.</p>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li>O Viés da Invencibilidade<br>A autoconfiança excessiva é um veneno para a segurança do trabalho. Trabalhadores experientes<br>costumam acreditar que acidentes &#8220;só acontecem com os outros&#8221; ou que sua habilidade substitui a<br>necessidade de proteção. Esse pensamento é perigoso porque a segurança não pode ser baseada na sorte.</li>



<li>Falha na Conscientização e Treinamento<br>Muitas vezes, o treinamento é visto apenas como uma obrigação burocrática para cumprir a NR-6. Se o<br>colaborador não entende a gravidade do risco real a que está exposto, ele não valoriza o equipamento. A<br>falta de conhecimento sobre como ajustar ou higienizar o item também contribui para o desuso.</li>



<li>Pressão dos Pares e Cultura Organizacional<br>O comportamento humano é moldado pelo grupo. Se os líderes ou colegas mais influentes não utilizam o<br>EPI, o novo colaborador se sentirá desencorajado a usá-lo para não parecer &#8220;medroso&#8221; ou destoar do<br>ambiente.<br>Além da NR-6: O Papel da Cultura de Segurança<br>A norma regulamentadora NR-6 estabelece que o empregador deve fornecer o EPI gratuitamente e<br>fiscalizar seu uso. No entanto, a gestão eficaz vai além da lei. O equipamento deve ser tratado como a<br>última barreira de proteção, e não a primeira.<br>A Hierarquia de Controle de Riscos<br>Antes de focar apenas no indivíduo, a gestão deve priorizar o controle na fonte (engenharia) e medidas<br>administrativas. Quando a empresa foca exclusivamente no EPI, ela acaba transferindo a responsabilidade<br>total do risco para o trabalhador.<br>Uma cultura de segurança madura é aquela em que o cuidado é um valor, não uma obrigação. Isso<br>envolve:</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Liderança Ativa: Gestores que usam o equipamento corretamente e participam dos diálogos de<br>segurança.<br>Comunicação Transparente: Um ambiente onde o trabalhador pode relatar falhas no equipamento<br>sem medo de punição.<br>Feedback Contínuo: Ciclos curtos de orientação e reconhecimento podem reduzir desvios de<br>conduta em até 38% em um ano.<br>O Impacto Jurídico e Financeiro da Não Utilização<br>Para a empresa, o custo do não uso é altíssimo. Além das multas e interdições por descumprimento das<br>normas, os acidentes geram processos judiciais onerosos, pensões vitalícias e elevação do Fator<br>Acidentário de Prevenção (FAP).<br>Obrigações e Penalidades<br>Para a Empresa: Além de fornecer e treinar, deve substituir imediatamente qualquer peça<br>danificada e manter registros fiéis de entrega (que podem ser eletrônicos ou biométricos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Funcionário: O uso é obrigatório para a finalidade destinada. A recusa injustificada é<br>considerada ato faltoso, podendo resultar em advertências, suspensões e até demissão por justa<br>causa.<br>Tecnologia: A Nova Aliada dos Gestores de SST<br>A digitalização transformou a forma como monitoramos a prevenção de riscos. O uso de planilhas<br>manuais está sendo substituído por sistemas inteligentes que garantem que nenhum colaborador fique<br>desprotegido.<br>Inovações que Salvam Vidas<br>Sistemas de Gestão Automatizados: Plataformas como o OnSafety permitem o controle de entrega, troca e<br>higienização via smartphone, com assinatura eletrônica e consulta automática de validade do Certificado<br>de Aprovação (CA).<br>EPIs Inteligentes (IoT): Já existem botas com sensores de impacto e etiquetas RFID em capacetes que<br>alertam sobre o desgaste ou a presença do trabalhador em áreas de risco.<br>Modelagem 3D e Personalização: O uso de digitalização permite criar equipamentos sob medida,<br>resolvendo o problema crônico do desconforto e do ajuste inadequado.<br>Exemplo Prático: Uma mineradora nacional que adotou EPI conectados combinados com<br>acompanhamento de segurança registrou uma queda de 30% no índice de afastamentos em apenas seis<br>meses.<br>Estratégias para Aumentar a Adesão ao Uso do EPI<br>Como gestor, você pode implementar as seguintes ações para reverter o índice de 70% de negligência:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seleção Participativa: Antes de comprar um novo lote de luvas ou óculos, realize testes com os<br>trabalhadores e peça feedbacks sobre o conforto.<br>Treinamentos Práticos e Visuais: Utilize exemplos reais e dados estatísticos para quebrar a<br>percepção de invencibilidade. Mostre, por exemplo, como o uso correto pode reduzir em 30% o<br>risco em quedas.<br>Digitalização do Controle: Elimine a burocracia do papel. O uso de biometria e registros digitais<br>facilita a fiscalização e garante segurança jurídica para a empresa.<br>Manutenção e Higiene: Garanta que o local de armazenamento seja adequado. Um equipamento<br>sujo ou mal conservado é um convite ao desuso.<br>Conclusão: Segurança é Estratégia, não Burocracia<br>A negligência com o EPI é um problema multifacetado que envolve desde questões biológicas (conforto)<br>até psicológicas (cultura). No entanto, os dados são claros: o uso inadequado pode aumentar em até 60% o<br>risco de acidentes graves.<br>Para o gestor de SST, o caminho para transformar essa realidade passa por humanizar a segurança.<br>Quando o trabalhador entende o &#8220;porquê&#8221; antes do &#8220;como&#8221;, o uso do equipamento deixa de ser um fardo e<br>se torna um ato de consciência profissional.<br>Sua empresa está pronta para dar o próximo passo na proteção dos colaboradores? Investir em tecnologias<br>de monitoramento e em uma cultura de cuidado mútuo não é apenas uma obrigação legal, é um diferencial<br>competitivo que preserva o seu maior ativo: a vida humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer otimizar a gestão de EPIs na sua empresa?<br>Procure soluções tecnológicas que automatizam o controle de CA e facilitam a fiscalização em tempo real.<br>Cuidar de um é proteger todos!</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://bergo.com.br/2026/06/23/por-que-70-dos-trabalhadoresignoram-o-epi-o-guia-definitivo-para-gestores-de-sst/">Por que 70% dos TrabalhadoresIgnoram o EPI? O Guia Definitivo para Gestores de SST</a> first appeared on <a href="https://bergo.com.br">Bergo Equipamentos | EPI & EPC</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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